quinta-feira, 29 de março de 2012


A evolução da impressão deu-se em função do refinamento do papel, e que bem antes das técnicas de Gutemberg a sociedade já buscava formas de registrar em papeis seus textos e imagens. Com o desenvolvimento da Europa a procura por documentos impressos estimulou a criação de novas técnicas de impressão, sendo os copistas os responsáveis pela reprodução desse material, principalmente de textos religiosos, contudo não foi suficiente para suprir a grande necessidade daquela sociedade e Gutemberg sentindo essa necessidade deu início a uma nova tecnologia que resolver o problema da procura por livros impressos, criando a prensa de tipos moveis que foi aprimorada ao passar dos anos, séculos.  Contudo, a tipografia foi quase que substituída pela litografia, outra técnica que acelerava o processo de impressão que demandava menos tempo para sua realização, os anos e outras técnicas surgiram, hoje temos a impressão digital uma verdadeira revolução se comparada a seus primórdios.

segunda-feira, 12 de março de 2012


A interação na sala de aula
Nossas reflexões estão nos permitindo ver quão importante é a interatividade, e que a simples presença de ferramentas tecnológicas não a garantem na realidade da sala de aula, muito se falou no velho discurso de Freire, onde ele diz que educação não se faz de A para B, e sim, de A com B (que por veracidade, devemos ter como norte) até porque de acordo com Marco Silva1, na Era da Interação, o conhecimento não mais discorre sobre a transmissão...
“A mensagem não é mais “emitida”, não é mais um mundo fechado, paralisado, imutável, intocável, sagrado, ela é um mundo aberto, modificável na medida que responde às solicitações daquele que a consulta.”

E esta deve ser a realidade da nova escola, presencial ou virtual, onde a interação predomina e todos além de colaborados são coautores e responsáveis pela construção desse conhecimento.
Carinhosamente,
Fabíola!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

sexta-feira, 9 de março de 2012

rotina da tutoria
O processo de globalização instalado no contexto atual tem sido o motor de transformações diversas ocorridas na sociedade mundial, sobretudo, as relacionadas à ascensão instaurada nas diversas áreas do conhecimento. Esse fenômeno – apoiado na tecnologia, que igualmente evolui, a partir da ampliação do conhecimento – é um dos principais fatores que tem influenciado uma intensa produção e intercambio de conhecimentos, que caracteriza a solidez de uma nova modalidade de educação, a EAD. Que surge no sistema educacional brasileiro num momento em que a internet tem se mostrado, potencialmente, forte aliada para o ensino-aprendizagem.
A apropriação do conhecimento tecnológico, onde a informática e as redes de comunicação assumem novos papéis no processo de transformação social é fundamental na sociedade moderna. Acredita-se que este conhecimento deva ser um instrumento de apropriação e construção de novos conhecimentos. A rede mundial de computadores pode apoiar formas inovadoras de aprender, ensinar e avaliar, sendo vista como uma aliada no processo de reestruturação do ambiente de ensino e aprendizagem (Artigo sem autoria)1
Nesse contexto, é que a figura do tutor, corresponsável pela qualidade, eficiência e continuidade desta modalidade, precisa estar atenta às concepções que norteiam esse ensino, sobretudo as relacionadas à avaliação. Gomez2 chama atenção para a avaliação focada nas informações apresentadas pelos estudantes, como também a participação desses no ambiente de aprendizagem. De acordo com a autora alguns critérios precisam ser respeitados para garantir que a aprendizagem se consolide. A interação seria o eixo que moveria essa aprendizagem colaborativa.
A 1ª etapa deste curso, talvez não tenha sido o melhor exemplo desta interatividade, uma vez que o desempenho de alguns alunos não se encaixaram dentro dos aspectos que Gomes (op.cit) considera essencial para os estudantes, de acordo com a autora o:
(...) nível de instrução atingido, de produção, de entendimento, de compreensão, de pensamento, de interatividade, de resolução de problemas, de solidariedade com a tarefa grupal, de dificuldades, de justiça ou todos integrados.
São os elementos que emanariam do estudante egresso da EAD. Ainda nesse sentido Freire (apud Gomes, op. cit) comenta que a avaliação formativa e continuada consiste em uma prática educativa e contextualizada, flexível, interativa, presente ao longo do curso, de maneira contínua e dialogada.
Acredito que muitos colegas alcançaram com grande êxito os predicativos basilares à rotina de um tutor, enquanto que outros (me incluo neste) conseguirão evoluir e alcançar o perfeição no tange a rotina da tutoria.
Fabíola Amaral